Doenças ligadas à falta de saneamento geram custo de R$ 100 mi ao SUS

As internações hospitalares de pacientes no Sistema Único de Saúde (SUS), em todo o país, por doenças causadas pela falta de saneamento básico e acesso à água de qualidade, ao longo de 2017, geraram um custo de R$ 100 milhões. De acordo com dados do Ministério da Saúde, ao todo, foram 263,4 mil internações. O número … Leia Mais






Com cardiopatia rara, itapetinguense recém-nascida aguarda transferência para cirurgia corretiva de malformação do coração


Uma bebê recém-nascida está internada com uma cardiopatia considerada rara, no Hospital Municipal Esaú Mattos, em Vitória da Conquista, sudoeste da Bahia. Ela deve ser transferida para Salvador ainda nesta quarta-feira (29/08), para fazer uma cirurgia corretiva da malformação do coração.

A pequena Eloá é filha de Maria Eduarda Pereira Santos, de 15 anos, e tem 19 dias de vida. Ela nasceu com a artéria aorta, que é a principal do sistema cardiovascular, e a artéria pulmonar, responsável pela filtragem do sangue, trocadas.

Ela apresentou os sintomas da anomalia, conhecida como transposição dos grandes vasos, logo após nascer. Segundo especialistas do hospital, a cardiopatia dela é rara e apenas 5% a 7% das crianças apresentam um quadro semelhante.

A avó da bebê, Ismeire Souza Pereira, conta que ela não chegou a ter alta do hospital. “Ela começou a apresentar um quadro de insuficiência respiratória, saindo uma secreção no nariz, ficando roxinha. Então, ela foi encaminhada para um setor de observação, onde foi diagnosticada uma malformação no coração”, disse.

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Anvisa aprova registro de medicamento para tratar epilepsia


A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o registro de uma nova opção terapêutica para o tratamento da epilepsia. O produto é o Levetiracetam, medicamento genérico que será comercializado em solução oral.

Segundo a agência, o remédio é indicado como monoterapia para o tratamento de crises parciais, com ou sem generalização secundária, em pacientes a partir dos 16 anos com diagnóstico recente de epilepsia.

O medicamento também é indicado como terapia complementar no tratamento de crises parciais em adultos, crianças e bebês a partir de 1 mês de vida e está autorizado para uso durante crises mioclônicas (espasmos rápidos e repentinos) em adultos e adolescentes a partir dos 12 anos.

O Levetiracetam poderá ser usado ainda em situações de crises tônico-clônicas (combinação de contrações musculares) primárias generalizadas, em adultos e crianças com mais de 6 anos com epilepsia idiopática generalizada.

“Para a Anvisa, a concessão de registro de um novo medicamento genérico é de extrema importância para ampliar o acesso da população a medicamentos com qualidade e com redução de custo”, informou a entidade, por meio de nota. *Agência Brasil


Pesquisa indica que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente


A perda de dentes é o segundo fator que mais prejudica a qualidade de vida de pessoas entre 45 e 70 anos, segundo dados de pesquisa que ouviu 600 latino-americanos, entre eles 151 brasileiros. O estudo Percepções Latino-americanas sobre Perda de Dentes e Autoconfiança, feito pela Edelman Insights, destaca ainda que, para 32% dos entrevistados, a perda de dentes os impede de ter um estilo de vida saudável e ativo.

De acordo com o estudo, no Brasil, 39 milhões de pessoas usam próteses dentárias, sendo que uma em cada cinco delas tem entre 25 e 44 anos. A pesquisa ressalta ainda que 16 milhões de brasileiros vivem sem nenhum dente e 41,5% das pessoas com mais de 60 anos já perderam todos.

Segundo a pesquisa, 52% dos entrevistados disseram que a perda de dentes deixou a aparência do seu rosto pior; 43% afirmaram que a perda de dentes lhes atrapalha namorar ou paquerar; e 21% disseram que a condição lhes impediu de fazer novos amigos. Sobre autoestima e fala, 38% dos entrevistados manifestaram se sentirem mais inseguros para ir a festas e eventos sociais; e 41% relataram mais dificuldade na pronúncia das palavras após a perda de dentes.

“É preciso compreender as dificuldades enfrentadas pelas pessoas que perderam os dentes e ajudá-las a encontrar um bom especialista que as auxilie na escolha de uma prótese adequada, de boa qualidade. O objetivo é que os pacientes tenham acesso à informação e conheçam os melhores produtos disponíveis no mercado para confecção, fixação e limpeza da prótese”, destacou a odontogeriatra Tânia Lacerda, integrante da Câmara Técnica de Odontogeriatria do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo. *Agência Brasil