Mega-Sena sorteia prêmio de R$ 33 milhões neste sábado

A Mega-Sena vai sortear hoje (25/08) R$ 33milhões do concurso 2.072.  O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília) no Caminhão da Sorte, que está em Itabela (BA). Segundo a Caixa, o valor seria suficiente para adquirir 15 apartamentos de luxo, com carro na garagem, nas melhores localizações do país. Se aplicado na … Leia Mais




Jovem conquistense faz sucesso na Confeitaria Nacional

Confeiteiro Júnior Miranda, esteve ministrando aulas nas principais feiras do setor de Confeitaria no ano de 2018. O jovem Conquistense de apenas 19 anos, entrou no ramo de bolos há quase 3 anos. Amante de trabalhos manuais, encontrou na confeitaria sua nova paixão, utilizando das técnicas com bico de confeitar, ele transfere toda sua criatividade … Leia Mais



Jornalista conquistense, Mariana Aragão, completa 1 ano a frente do Globo Esporte


Há um ano a jornalista conquistense, Mariana Aragão, estreava a frente do Globo Esporte Bahia, como apresentadora. Agora, com 27 anos, a jovem apresentadora estreou ainda aqui na TV Sudoeste, em Vitória da Conquista, onde permaneceu por cerca de 04 anos. Ela atuou como estagiária, produtora, repórter de rua e apresentadora.

Vale destacar as experiências da jornalista na cobertura do Campeonato Baiano, Copa do Nordeste e Campeonato Brasileiro, além de passagens pela equipe da Globo Minhas em Belo Horizonte.

Com suas marcas registradas, beleza e carisma, de segunda a sábado, ela apresenta o Globo Esporte que vai ao ar às 12h55. *Blog do Rodrigo Ferraz


Frigorífico em Itapetinga voltará a abater jumentos na próxima semana


A partir da próxima semana, um frigorífico de Itapetinga, vai começar o abate de jumentos. Segundo as informações divulgadas pela direção da empresa, a previsão é abater entre 500 a 600 animais.

De acordo com o frigorífico, toda a produção será exportada para a China. O frigorífico de Itapetinga é o terceiro a abater jumentos na Bahia, visando a exportação. Além da carne, o objetivo é exportar o couro animal, que será direcionado a indústrias de cosméticos e farmacêuticas. *Blog da Resenha Geral


Quem olha para os professores? – Por Jeremias Macário


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Não dá para esquecer a primeira professora. Quando ainda menino e já labutava na roça com meus pais, lá pelos idos dos anos 50, Nina foi a minha primeira professora leiga, mas o que mais me marcou na vida foi sua penosa pobreza como agregada-escrava de um grande latifundiário.

Aprendi com ela a escrever meu nome e a ler alguma coisa soletrando as palavras. Coube a esta personagem real privilegiar um dos capítulos do meu livro “Andanças” que ora, sem patrocínio, luta para ser lançado.

Os tempos se passaram e tive outros notáveis mestres até início da década de 70 quando ainda estes profissionais do ensino eram valorizados e respeitados por pais e toda sociedade. Os alunos aprendiam a lição e eram ávidos por estudar.

Havia normas nas escolas que eram obedecidas, mas os travessos, como eu, recebiam castigos na frente dos outros colegas. A questão dos métodos é discutível, mas isso é outro assunto.

Regime disciplinar certo ou errado, a verdade é que até a década de 70, mais ou menos isso, o professor ainda era olhado com carinho, e sua pessoa era reverenciada por onde passava como autoridade intelectual da comunidade, no mesmo nível do juiz, do padre e do prefeito. O mestre, como era chamado, se sentia realizado, reconhecido e contente como o que fazia, distribuir seus conhecimentos para os outros.

Estourou a ditadura militar de 1964 e, em pouco tempo, o educador passou a ser olhado como um inimigo subversivo que poderia provocar uma rebelião entre os estudantes. Sua missão de ensinar começou a ser mutilada e vigiada dia e noite. O saber virou um perigo comunista e muitos foram torturados nos porões do regime. Outros foram banidos e exilados.

Apesar das condições adversas, a profissão de professor ainda continuava sendo digna, mas o cenário do estudo e da educação foi se deteriorando. Piorou ainda mais a partir do processo de redemocratização do país em fins dos anos 80, quando por lógica deveria ter melhorado, mas não, atingiu seu pico de degradação e humilhação nos dias de hoje, repudiado e visto como um “zé ninguém qualquer”, sem importância.

Até anos atrás imaginava que professor não ficava desempregado e teria mercado garantido porque sempre ia ter gente para aprender e mais escolas seriam abertas. Ledo engano, meu amigo, o que se vê hoje em nossa pátria é de cortar o coração e dói muito, basta ser humano e um pouco sensível.

Não é somente a questão do desemprego que faz derramar lágrimas dos olhos dos professores, mas também as agressões violentas dos alunos, e os assédios morais de chefes e pais que aniquilam de vez a autoestima daqueles que continuam, a duras penas, nas degradantes salas de aulas. *TvSudoeste Digital

*Jeremias Macário* (Especial para o Sudoeste Digital) – (mais…)