Prêmio homenageará pessoas que contribuíram para o desenvolvimento de Barra do Choça nos seus 56 anos de vida


Prêmio Gente Que Faz a Diferença. A premiação tem como objetivo homenagear e premiar pessoas que contribuíram e contribuem para o desenvolvimento econômico, social e político do município de Barra do Choça. Serão agraciados empresários, artistas, religiosos, políticos, trabalhadores de diversas áreas, fazendeiros, parceiros, dentre outros

Barra do Choça iniciou, de fato, a sua vida política em 1962, quando conquistou a sua autonomia política. A partir dessa data poderia escolher seus representantes do executivo e do legislativo. Seria governada por pessoas da região e não por Vitória da Conquista.Ainda no início da década de 1970 Barra do Choça continuava muito pequena e carente, com apenas duas ruas e poucos moradores, sem hospital, escolas e com um comércio muito restrito, dependendo inteiramente da Cidade de Vitória da Conquista, à qual estava ligada por uma estrada de terra mal conservada o que dificultava muito o acesso.

Feira Livre de Barra do Choça, que era realizada na Avenida Getúlio Vargas
A implantação da cafeicultura está relacionada à implantação da lavoura no Sudoeste baiano. No início da década de 1970 o IBC (Instituto Brasileiro do Café) lançou o Plano de Renovação e Revigoramento do Café, que visava aumentar a cultura do produto no país.
A partir da implantação do café o município passou a contar com uma grande concentração populacional na zona urbana, ocasionada, em parte, pelo processo migratório de pessoas vindas de outras regiões em busca de empregos promovidos pela cultura do café, assim como o processo de êxodo rural, o que fez com que uma parcela considerável da população rural migrasse para a sede do município.
Rua do Tucano, atual Juracy Magalhães
Esse quadro começaria a mudar a partir de 1970, período em que se deu início à implantação da lavoura cafeeira no município, que passou a contar com uma grande concentração populacional, ocasionada, em parte, pela vinda de pessoas de outras regiões que buscavam emprego na lavoura do café. Nesse contexto, a produção camponesa perdeu espaço para a produção em larga escala do café. Uma vez que a cultura do café passou a ser um grande investimento, muitos proprietários passaram a se interessar pelas terras da região. * Com informações do projeto “Cartilha Investigando a História”